Kierkegaard

In this post, I’m going to briefly comment on a quotation taken from the Danish philosopher S. Kierkegaard. It’s an excerpt focused on the relationship between talk and action. He says that:

Mere gossip anticipates real talk, and to express what is still in thought weakens action by forestalling it.

Here’s the thing. As a result of the widespread internet-base social medias, it’s now possible to everybody says whatever they want. Sometimes we can spend a lot of time only ‘navigating’ on the web and releasing “opinions” (one more amusing that the other). And wen we do that, we have the feeling we’re doing something. But we aren’t. Surfing on the web gives us the impression we’re DOING – when, in fact, we’re only killing time.

But I’d like to advance a different point here. What is the role of talking when you are trying to learn a new language? Well, you don’t need to go so far to realize that is a taken-for-granted believe, widespread, that you must speak as much you can to grasp the new language. Well, I have a huge problem with this.

Even when I’m in my country, speaking my native language, I’ve concerns about the pressure we normally suffer to talking all the time. As a professor, I have to talk all the time. And this, for sure, make me sick. For one simple reason: I think we should open our mouth only if, and only if, we’ve something interesting to say. And, let’s be honest here: only a small parcel of people has something interesting to say. Most of the time, we only gossip. And with what purpose? Killing time.

And to be recognized. Yes. I’m in an academic environment, right? And what I experience all the time? People paraphrasing. In other words: they merely rephrase themselves or someone else. They add nothing new. Just gossip, again. This happens because, otherwise, people fell they are nothing. I mean: if they simply keep their mouth shut, they won’t be noticed by other people.

Would be the silence a proof of weakness? To be ignored is tantamount to be nothing, to be dead? So we talk, talk, talk – as if your life depended on this. I talk, therefore I exist. I’m ‘real.’ Nowadays, my biggest problem is talking. The first point: have you ever tried to speak in a foreign language in the same way (deep way) you do in your mother tongue? My conclusion: when you are in this situation, two options are available to you: one, you are completely fluent, in such a way that you even notice you are talking in a different language. Second: you became aware of the language itself. You can be completely aware of the medium. The form suddenly come to the fore. And then, my dear, you realize you are measured by what you’re able to say.

Remain quiet, in this case, is an ambiguous situation. Is he understanding, someone could ask? What’s the reason for his silence? This is an entirely different situation when you are in our country. There, if you don’t speak, it’s because you don’t see a reason to act differently. Your social status doesn’t depend on your amount of speech. But when you are abroad, the silence has an entirely different meaning. People ‘judge’ you according to your speech – or the lacking of speech.

Prefiro ouvir a falar (#48)

Exsultate, Jubilate [Alleluja]

Mudança

1. Alguma vez você já ouviu alguém dizer que gostaria de mudar porque estava muito ‘feliz’? Imagine um grande pesquisador/cientista, ou profissional: ele está super-bem estabelecido na carreira – tem reconhecimento, bom salário, progresso (cumulativo), etc. Quer dizer, atende a todos os indicadores do que nossa cultura entende por ‘sucesso’. Você já o imaginou falando consigo mesmo em termos tais como: ‘Preciso mudar minha vida; não aguento mais. Quero fazer algo diferente”? Claro que, na avaliação do ‘sucesso’, contribuem fatores tanto objetivos como subjetivos. Mas há, inegavelmente, uma ‘canalização’ cultural que faria ter pouco sentido uma auto-reflexão como a ilustrada.

2. Mudamos quando algo não vai bem em nossa vida. Mudamos quando não vemos mais (ou muito) sentido no que fazemos. Mas, com tal afirmação eu, obviamente, estou excluindo o que alguns autores denominam de ‘imperativo da mudança’ – uma espécie de ideologia de época, algo que ouvimos em todos os meios institucionais e que, ao termo de tanta insistência, acabam sendo naturalizados. Segundo tal ideologia (ou discurso corrente), a mudança ‘é a regra’, a norma, o aspecto inquestionável de nossa época. Empresas mudam o tempo – são obrigadas a fazê-lo a fim de se manterem ‘vivas’. Pessoas mudam o tempo todo. É muito fácil ouvir coisas assim, ao ponto de eu não precisar ficar me detendo nisso aqui.

3. Muitas vezes, é claro, as pessoas mudam para que nada, simplesmente nada, mude. Exemplo: mudamos de cidade, de emprego, para, no fundo, ganhar um fôlego em relação a nossas questões existenciais centrais, aquelas que nos chamam para nosso próprio interior. Tais questões costumam ter uma gravidade maior do que as outras. Elas chamam para si grande parte de nossa atenção, e cuja não-superação nos leva ao conflito intrapsíquico (ou externo). Quando, por conta disso mesmo, nos esgotamos mentalmente, então podemos optar por mudar radicalmente aspectos periféricos de nossa existência. Com isso, ganhamos tempo. Ilustrando: você tem uma atividade A realizada numa localidade X; você pode continuar a realizar a atividade A, só que numa localidade Y. O tempo de adaptação à nova localidade pode lhe consumir alguma energia, deslocando-a do seu núcleo problemático anterior (quando exercia A em X). Mas, após o efeito adpatativo (e a menos que algo saia radicalmente do controle), você voltará à sua questão (neurótica) central. Daí a máxima ‘Mudar para que nada mude’, alterar o quadro, o cenário, para lhe desviar do ponto principal.

4. Mas a mudança pode ter algum apelo outro. Claro que há muita gente que simplesmente ‘odeia a mudança’. Exemplo: você tem a carreira A. Em que medida, em qual momento, você acha que o espectro, a amplitude, de tal ‘carreira A’ o levaria a algum tipo de exaustão? Digamos, chegar ao ponto de você dizer que não aguenta mais fazer A? Veja: não estamos num mundo fechado. Mesmo ‘dentro’ da carreira A você pode, digamos, atravessar fronteiras, expandir-se. O fato de ter havido, historicamente, um processo de segmentação e especialização do saber não implica em que sua vida deva se restringir a essa ‘gramática’ (até certo ponto, ok?!). A vida é mais do que uma profissão ou mesmo atividade (claro que, quando alguém está ‘satisfeito’, ele não enxerga nada mais: os limites / os horizontes de sua atividade confundem-se com o real ele próprio, isto é, com o campo do possível). Mas, independente desse fato (não vivermos num ‘mundo fechado’), você pode ter, fenomenologicamente, a sensação de que chegou ao LIMITE de A. Você não se vê mais se desenvolvendo nos domínios (ainda que expandidos) de A. Aqui você chega ao ponto de querer uma ‘mudança’. Esse seria o ‘apelo outro’ da mudança: a transferência em bloco para um campo distinto de experiências/vivências não contidas em A, com o intuito de alterar uma delimitação restritiva de sua ‘felicidade’ (independente do que esta última signifique na prática).

a. A mudança que você quer, neste ponto, pode, claro (sempre!), ser um signo hiper-generalizado que o impede de mudar dentro de A. Um signo generalizado, em geral de forte base afetiva, é uma representação vaga ou obtusa que representa, tentativamente, um amplo espectro de seu mundo afetivo-sensorial e empírico. Ele é, numa palavra, um ‘atalho’ cognitivo-afetivo. Ou seja, popularmente falando, uma ‘desculpa’.

b. Mas pode ser uma forma radical de transposição, uma maneira de, radicalmente, alterar o campo experiencial – alterar personagens, seu próprio lugar como ator, a relação entre papéis, e, claro, a base material em que a vida se desenrola. Como saber?

5. Portanto, neste ponto, chegamos a um tipo de embróglio. Mudar porque está ‘dando errado’? [Olha – ‘dar errado’ seria um mundo à parte para a discussão!]. E até que ponto a mudança de tipo vertical é necessária (por contraposição à mudança de tipo mais horizontal, isto é, incremental)?

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A. No rádio, esses dias eu ouvi (em um propaganda oficial, do governo) que a edução lhe dá ‘liberdade, autonomia’ de ser quem você quiser. Não se explicar, mas isso me encheu de ânimo – você poder mudar quando bem quiser, pois tem recursos internos para isso, isto é, será capaz de se adaptar a novos contextos. A educação conseguiria isso? Quer dizer, uma das consequências da educação seria tornar as pessoas altamente MALEÁVEIS para atingir seus desejos [outro ponto que abriria muito o leque de possibilidades de discussão: QUE desejo seria esse?]?

B. Em outro comercial (desta vez, na TV), ouvi que podemos, sempre, RECOMEÇAR DO ZERO, voltar ao princípio (qual seria – o de nossas escolhas principais, as quais nos trouxeram ao que somos hoje?) e fazermos tudo diferente. E que, em tal ‘gesto’, haveria alguma forma de dignidade, de ‘honra’, produndas. Bom, estariam tais propagandas (vamos esquecer por ora o fato de terem, sub-repticiamente, um objetivo oculto) redondamente enganadas? Podemos abrir mão de ‘tudo’ para RECOMEÇAR?

>> O que digo, neste ponto, é o seguinte: desconstruir, desestabilizar, é muito prazeiroso (mesmo que no sentido lacaniano de ‘gozo’ – sei lá, uma espécie de sintoma). A questão está em conseguir articular isso com uma verdade inquestionável: a irreversibilidade do tempo.

A última avó

O que podemos pensar da vida quando nossos avós morrem? Quando nasci, logo morreram três de meus avós – os dois por parte de mãe, e meu avô por parte de pai. A impressão que tenho é que, quando isso ocorre, você tem um pouco da sensação de que o círculo inferior a você está começando a se fechar. Nesse caso, de duas uma: ou o círculo final é você mesmo, sendo uma questão de tempo; ou você passa esse círculo da vida para frente, na forma de filhos e, depois, netos, bisnetos, etc. Em ambos os casos, todavia, você se sente, por fim, novamente ligado ao fluxo da vida – à ascendência e (se for o caso, não é o meu) à descendência.

Quando eu nasci, a vó Luiza (ou, para todo mundo que a conhecia, simplesmente “Dona Nenê”) já era velha. Neste, ela completaria 99 anos (nasceu no dia 03 de setembro de 1916). Perdeu o marido por volta dos 68 anos ou um pouco menos. Sempre viveu no sítio, e tinha um modo psíquico de funcionamento de pessoas que eu nunca mais tive a oportunidade de conhecer. Sóbria o tempo todo, mesmo no momento de sua morte. Nunca foi de hospital, e, claramente, era “o homem” da família. Com ela, aprendi não muita coisa – não porque ela não tivesse o que ensinar, muito pelo contrário; mas porque acabei “puxando” mais para outro ramo da família…

Lembranças, porém, tenho muitas. Por exemplo, quando eu era uma criança chegando aos 11 ou 12 anos, inventei que deveria “ensinar” minha avó a ler e escrever. Então, paciente, ela tentava aprender o que eu achava que “ensinava”. Sempre no mesmo lugar: no sofá da sala, aquele antigo sofá de couro desgastado onde ela, toda tarde, assistia à televisão. Naquela sala da infância, sempre calma, com um cheiro característico que não consigo mais descrever mas só lembrar, perto da cristaleira onde eu sempre teimava em burilar, ali eu abria os livros e cadernos e tentava fazer minha avó escrever. E ela tinha uma calma… me explicava, calmamente, “Fernando, a vó não sabe escrever, vamos parar com isso…”; e eu seguia…

Eu adorava a cozinha da casa de minha avó. Aquela cozinha, ainda hoje, me lembra uma espécie de fortaleza de simplicidade, ao mesmo tempo em que ordenada. Adorava ficar na cozinha fechada, com o fogão de lenha aceso, o vento batendo lá fora… Adorava a sopa de feijão de minha avó, onde ela colocava um ovo inteiro, às vezes recém-saído da galinha, para cozinhar… era uma sopa rala, com um pouco de macarrão, mas nunca mais eu comi algo daquele jeito. Ia à missa… talvez por conta dela e das amigas, todas senhoras muito católicas, eu tenha tido a vontade de ir para o seminário para ser padre. Ela ia todo sábado, e sentava-se no último banco. Dona Nenê era uma das pessoas mais discretas que já conheci na vida.

Ela era dura comigo, mas nunca, jamais, consegui sentir um remoto sinal de raiva de minha avó. Nunca. Ela foi minha segunda mãe, com quem eu passava praticamente a maior parte de meu tempo depois que voltava da escola. Minha infância teria sido um terror vazio sem ela. Por muito tempo eu só ficava na companhia de idosos, pois minha avó me ensinou a amá-los… nunca vou esquecer aquelas tardes em que eu ficava deitado, brincando, escutando minha avó e a Dorvalina, a “Matirde”, e tantas outras senhoras que adoravam, adoravam!, conversar…que prazer!

Pois hoje minha avó faleceu. Neste exato momento, ela está sendo sepultada lá no interior de São Paulo, de onde ela nunca saiu – exceto para ir à cidade, de onde trazia bolachas e a “compra do mês” que ela pegava com o dinheiro da aposentadoria. Ela ia de ônibus, com uma bolsa xadrez de couro. Uma pessoa independente, autônoma, sóbria, altiva, centrada, trabalhadora, uma pessoa que eu NUNCA ouvi reclamar, NUNCA ouvi desistir do que quer que fosse, por mais simples que, hoje, eu vejo que aquilo era. Eu espero que ela descanse em paz, que ela agradeça a Deus pela longa vida que levou, e eu quero agradecê-la por tudo o que ela deixou em mim (fisicamente, tenho certeza de que meu “narigão” vem da linha dos Nozella…E, nessa jornada que é a vida, tenho certeza de que NUNCA, nós que somos descendentes, conseguimos dar de volta o que recebemos. Eu, pelo menos, não aprendi isso, ou simplesmente não consigo fazer. Sei que poderia ter sido um neto melhor, sobretudo um neto mais próximo, mas nada disso apaga minha gratidão pela minha avó, que sempre estará na minha vida, nas minhas lembranças, nisso que sou.

Luiza Erotides Nozella Bendassolli, 03.09.16 – 06.06.2015

Uma brevíssima nota sobre a culpa

Por que sentimos culpa? Um primeiro motivo é porque, num determinado curso de ação, não fomos capazes de gerar um desfecho esperado. Sentimos culpa, nesse caso, porque imaginávamos que pudéssemos ter agido diferentemente. Um segundo motivo é porque uma determinada coisa aconteceu devido à nossa responsabilidade, ou então, inversamente, à nossa omissão (o que, na prática, dá no mesmo).

Em ambos os casos, a culpa está relacionada ao ‘eu’, mais precisamente, a certa onipotência desse eu. Pois a culpa surge do sentimento de que ou o eu deveria ter agido de um modo diferente, ou simplesmente não ter agido, isto é, não ter feito o que fez.

Muitas vezes, o que mais deseja o culpado é voltar atrás. Ele deseja, em sua imaginação, ser capaz de reverter a passagem do tempo. Ele deseja voltar no tempo nos instantes que precedem o acontecimento pelo qual se sente responsável. Não aceita, no fundo, que o acontecimento seja irreversível. Aliás, é precisamente essa irreversibilidade que paralisa e, por assim dizer, congela a alma culpada. E, da culpa, nasce o desejo de reparação ou de expiação.

Mas o que flagela o culpado é a singularidade do fato causador. Tal fato, mesmo que fosse reparado, não seria apagado. Existe uma radicalidade ‘realista’ na culpa, quando, é claro, ela derive de uma ação feita ou de uma omissão (neste caso, trata-se de ação da mesma forma, embora passiva, pois algo, efetivamente, acontece, mesmo que – ou graças – às expensas do sujeito). Não é possível reverter, não é possível colocar um fato Y no lugar de um fato X. Não vai ser da mesma forma, jamais.

O culpado recebe uma espécie de ‘estigma’. A marca do que fez sempre continuará em suas mãos, mesmo que cicatrize.

Acredito que um dos mais poderosos, senão o único, remédio para a culpa é o esquecimento, embora ele não ocorra da mesma forma para quem é o culpado e para quem foi objeto da ação desse culpado. Mas, sem o esquecimento, nem um nem o outro conseguirão seguir adiante.

Além (ou aquém) da linguagem

Uma vez eu já tinha pensado sobre isso, mas, agora, esse pensamento ganhou outros contornos. Pensei uma vez que o símbolo, ou o simbolismo, ou a linguagem e tudo o que dela deriva, poderiam ser, em alguma medida, um imenso engodo.

Por algo que me aconteceu hoje, e por algum motivo, voltei a pensar nisso. Só que num turbilhão mental caótico. Voltei a pensar, e, de certo modo, a sentir, que nossas construções linguísticas, embora a essência do que nos definem como humanos, podem ser um imenso, brutal, decisivo, erro, engano.

Eu sei que a linguagem, base de qualquer conhecimento, é o que nos permite agir sobre esse mundo, comportamentalmente. É nossa principal ferramenta de sobrevivência. Mas ela gera, à nossa frente, uma redoma de fantasias, imaginação, perversidade, surrealismo, e mentira.

Não, não estamos seguros no reino da linguagem. Ao mesmo tempo, verdade cruelmente paradoxal, é nossa única morada, nosso único retorno. Haveria pensamento sem linguagem? Haveria pensamento sem linguagem? Não conheço nada de neuropsicologia, mas, no meu conhecimento raso e infantil, o pensamento é mais do que linguagem, e talvez aí resida nossa última esperança.

Pois somos serezinhos que precisamos ir trabalhar para pegar o dinheiro, comer e se proteger. Somos serezinhos que, conforme a quantidade desse dinheiro, vamos escravizando outras pessoas (ou sendo por elas, disfarçadamente, escravizados), e vamos nos chafurdando nessa lama chamada cultura, mundo simbólico, mundo imaginário.

Tudo isso é uma tremenda bobagem. Tudo isso, embora necessário (não temos para onde fugir), é uma escatológica mentira. Não adianta gritar, não adianta ficar esperando Deus emitir algum sinal, não adianta nada disso. Há, apesar de nosso conhecimento científico, um automatismo nas leis que regem esse mundo e os corpos vivos aqui presentes. Essas leis, por mais que os cretinos dos pós-modernistas digam que não, são leis necessárias, leis que eles, na sua pretensa sabedoria de “domadores do discurso”, ignoram, ou, pior, temem – e temem de um jeito que nem eles saberiam dizer.

Diante do grito, diante do grito infantil (que seja!), “Não morra”, não há nada o que fazer. Depois de um certo ponto, não há retorno. Depois de um certo ponto, cessa o simbólico; este deixa de dizer algo, este deixa de existir. Depois de certo ponto, só existe uma coisa: um ser imbecil, dotado de linguagem, tentando, por vezes com conversinha auto-enganatória sofisticada, dar conta do que não é possível dar conta, exceto esquecer.

Nesse sentido, assumo minha parte de culpa: na psicologia, sobretudo na psicologia com pé no simbólico, contribuímos para criar nossos próprios falsos problemas. A vida é simples; ela se reduz a poucas leis – das quais temos imenso conhecimento, é fato, mas nem por isso deixam de ser ‘menos leis’ e menos indiferentes à nossa provisória existência.

Aos românticos, meu abraço – vocês sabem sonhar e se auto-enganar!

Fate

If you decide to try raising a baby bird yourself, here’s what you’re in for: nestling must be fed every 14-­20 minutes from sunrise to sunset – an adult robin makes about 400 trips every day to feed its young. If the nestling is a few days old, it will take several weeks before it can be released. Adult birds teach their young where to look for food and how to avoid predators – things impossible for humans to do. You will need to provide a proper diet, clean suitable living quarters, and fresh water every day. Still, despite your best efforts, most hand-raised birds will die. This is the fate of most young birds in the natural world, where 90-95% perish before they’re old enough to breed themselves.

[fonte]


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